segunda-feira, 29 de junho de 2009

Michael Jackson:e o pop matou seu Rei!

Fala-se muito,resolvi colocar aqui vários aspectos que provavelmente culminaram na mudança visual,trauma psicológico,contribuindo assim para o fim de um dos maiores gênios que a música interplanetária já viu:Michael Joseph Jackson!!!

Vitiligo,segundo a Wikipédia é uma doença não-contagiosa em que ocorre a perda da pigmentação natural da pele. Sua etiologia ainda não é bem compreendida, embora o fator autoimune pareça ser importante. Contudo, estresse físico, emocional, e ansiedade são fatores comuns no desencadeamento ou agravamento da doença. Patologicamente, o vitiligo se caracteriza pela redução no número ou função dos melanócitos.

O vitiligo comumente traz disfunção emocional, tornando necessário o tratamento psicológico.

Teoria Imunológica:

Admite que o vitiligo é uma doença auto-imune pela formação de anticorpos antimelanócitos. É associada a doenças imunológicas, tais como diabetes, anemia perniciosa, lúpus, esclerose, síndrome de Down, tireoidite de Hashimoto, entre outras.

SABE-SE QUE MICHAEL JACKSON TINHA LÚPUS(Lúpus é uma doença rara, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico.No lúpus, a defesa imunológica se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, confundem o diagnóstico.),.......

....ALÉM DE OUTRO PROBLEMA,TALVEZ O MAIOR DE TODOS:

JOSEPH JACKSON

"O pai só exigia, só criticava, não dava o amor e a segurança que ele esperava ter....Michael foi esmagado psicologicamente pelo pai, mas, ao mesmo tempo, o único modo em que sabia viver foi aquele construído pelo pai."

"Sozinho em meio à multidão. Foi tão esmagado que esse modo de vida imposto pelo pai que “fixou-se” nesta posição existencial, e dela não saiu mais. Só sabia ser admirado, paparicado, e fazer de tudo, obsessivamente, para continuar a ser admirado, paparicado. Sua vida relacional, afetiva, foi “engolfada” por esta imagem construída. O excesso de ansiedade era resolvido de modo artificial, de modo “aditivo”: adição a drogas, adição a consumismo, adição a brincadeiras infantis, adição a uma sexualidade infantil. O primeiro tipo de adição matou seu corpo, o último tipo matou seu caráter."

"Aliás, para sermos justos, seu caráter já havia sido morto antes: um pai, como o dele, que condiciona o amor ao filho a partir de “tarefas” que este último tem de realizar, está “matando” a lei moral. A verdadeira moral é, antes de tudo, não o medo da lei, mas a vontade que temos de fazer os outros felizes, nem que estes “outros” sejam aqueles que já não estão mais entre nós: por exemplo, pais e mães, que nos deram amor, nos ensinaram a respeitar o outro, e já se foram."

"E esse pai truculento tendia a agredir o “pobre menino”; daí, Michael tender a se autoagredir, por exemplo, injetando quantidades letais de drogas para dentro dos “canos”."

"Acostumado a ter dinheiro demais, dinheiro inclusive para pagar mães de aluguel que traziam seus filhos no ventre, ele nunca aprendeu a “doar de si mesmo”, nunca aprendeu que amor e cuidados não se compram, se dão. Suas relações afetivas nunca passaram pelo sacrifício pessoal, que tenha recebido ou tenha dado, vez que seus pais, que eram quem lhe deviam ter passado isso, tinham com ele uma relação puramente operativa, concreta, interesseira."

....Alguns trechos:site do Diário da manhã,reprodução de trechos da coluna do Dr. Marcelo Caixeta

Taqui o link p´ra quem quiser ler a crônica na íntegra :

http://www.dm.com.br/materias/show/t/os_problemas_psiquiatricos_de_michael_jackson

'AND NO MATTER IF YOU´RE BLACK OR WHITE...."

quarta-feira, 17 de junho de 2009

A VERDADE SOBRE OS PIRATAS

Bem,pensei um pouco e como esse blog também é um serviço público,recebi um e-mail de uma amiga e achei muito esclarecedor,por isso vou reproduzi-lo aqui p´ra vocês,e trata de um assunto que durante séculos é colocado como verdade absoluta no mundo inteiro,o mito dos piratas,pois bem,tá tudo aqui.....Boa leitrura!!!

5/1/2009, Johann Hari: The Independent, UK

Quem imaginaria que em 2009, os governos do mundo declarariam uma nova Guerra aos Piratas? No instante em que você lê esse artigo, a Marinha Real Inglesa – e navios de mais 12 nações, dos EUA à China – navega rumo aos mares da Somália, para capturar homens que ainda vemos como vilãos de pantomima, com papagaio no ombro. Mais algumas horas e estarão bombardeando navios e, em seguida, perseguirão os piratas em terra, na terra de um dos países mais miseráveis do planeta. Por trás dessa estranha história de fantasia, há um escândalo muito real e jamais contado. Os miseráveis que os governos 'ocidentais' estão rotulando como "uma das maiores ameaças de nosso tempo" têm uma história extraordinária a contar – e, se não têm toda a razão, têm pelo menos muita razão.

Os piratas jamais foram exatamente o que pensamos que fossem. Na "era de ouro dos piratas" – de 1650 a 1730 – o governo britânico criou, como recurso de propaganda, a imagem do pirata selvagem, sem propósito, o Barba Azul que ainda sobrevive. Muita gente sempre soube disso e muitos sempre suspeitaram da farsa: afinal, os piratas foram muitas vezes salvos das galés, nos braços de multidões que os defendiam e apoiavam. Por quê? O que os pobres sabiam, que nunca soubemos? O que viam, que nós não vemos? Em seu livro Villains Of All Nations, o historiador Marcus Rediker começa a revelar segredos muito interessantes.

Se você fosse mercador ou marinheiro empregado nos navios mercantes naqueles dias se vivesse nas docas do East End de Londres, se fosse jovem e vivesse faminto–, você fatalmente acabaria embarcado num inferno flutuante, de grandes velas. Teria de trabalhar sem descanso, sempre faminto e sem dormir. E, se se rebelasse, lá estavam o todo-poderoso comandante e seu chicote [ing. the Cat O' Nine Tails, lit. "o Gato de nove rabos"]. Se você insistisse, era a prancha e os tubarões. E ao final de meses ou anos dessa vida, seu salário quase sempre lhe era roubado.

Os piratas foram os primeiros que se rebelaram contra esse mundo. Amotinavam-se nos navios e acabaram por criar um modo diferente de trabalhar nos mares do mundo. Com os motins, conseguiam apropriar-se dos navios; depois, os piratas elegiam seus capitães e comandantes, e todas as decisões eram tomadas coletivamente; e aboliram a tortura. Os butins eram partilhados entre todos, solução que, nas palavras de Rediker, foi "um dos planos mais igualitários para distribuição de recursos que havia em todo o mundo, no século 18 ".

Acolhiam a bordo, como iguais, muitos escravos africanos foragidos. Os piratas mostraram "muito claramente– e muito subversivamente– que os navios não precisavam ser comandados com opressão e brutalidade, como fazia a Marinha Real Inglesa." Por isso eram vistos como heróis românticos, embora sempre fossem ladrões improdutivos.

As palavras de um pirata cuja voz perde-se no tempo, um jovem inglês chamado William Scott, volta a ecoar hoje, nessa pirataria new age que está em todas as televisões e jornais do planeta. Pouco antes de ser enforcado em Charleston, Carolina do Sul, Scott disse: "O que fiz, fiz para não morrer. Não encontrei outra saída, além da pirataria, para sobreviver".

O governo da Somália entrou em colapso em 1991. Nove milhões de somalianos passam fome desde então. E todos e tudo o que há de pior no mundo ocidental rapidamente viu, nessa desgraça, a oportunidade para assaltar o país e roubar de lá o que houvesse. Ao mesmo tempo, viram nos mares da Somália o local ideal onde jogar todo o lixo nuclear do planeta.

Exatamente isso: lixo atômico. Nem bem o governo desfez-se (e os ricos partiram), começaram a aparecer misteriosos navios europeus no litoral da Somália, que jogavam ao mar contêineres e barris enormes. A população litorânea começou a adoecer. No começo, erupções de pele, náuseas e bebês malformados. Então, com o tsunami de 2005, centenas de barris enferrujados e com vazamentos apareceram em diferentes pontos do litoral. Muita gente apresentou sintomas de contaminação por radiação e houve 300 mortes.

Quem conta é Ahmedou Ould-Abdallah, enviado da ONU à Somália: "Alguém está jogando lixo atômico no litoral da Somália. E chumbo e metais pesados, cádmio, mercúrio, encontram-se praticamente todos." Parte do que se pode rastrear leva diretamente a hospitais e indústrias européias que, ao que tudo indica, entrega os resíduos tóxicos à Máfia, que se encarrega de "descarregá-los" e cobra barato. Quando perguntei a Ould-Abdallah o que os governos europeus estariam fazendo para combater esse 'negócio', ele suspirou: "Nada. Não há nem descontaminação, nem compensação, nem prevenção."

Ao mesmo tempo, outros navios europeus vivem de pilhar os mares da Somália, atacando uma de suas principais riquezas: pescado. A Europa já destruiu seus estoques naturais de pescado pela superexploração – e, agora, está superexplorando os mares da Somália. A cada ano, saem de lá mais de 300 milhões de atum, camarão e lagosta; são roubados anualmente, por pesqueiros ilegais. Os pescadores locais tradicionais passam fome.

Mohammed Hussein, pescador que vive em Marka, cidade a 100 quilômetros ao sul de Mogadishu, declarou à Agência Reuters: "Se nada for feito, acabarão com todo o pescado de todo o litoral da Somália." Esse é o contexto do qual nasceram os "piratas" somalianos. São pescadores somalianos, que capturam barcos, como tentativa de assustar e dissuadir os grandes pesqueiros; ou, pelo menos, como meio de extrair deles alguma espécie de compensação.

Os somalianos chamam-se "Guarda Costeira Voluntária da Somália". A maioria dos somalianos os conhecem sob essa designação. [Matéria importante sobre isso, em http://wardheernews .com/Articles_ 09/April/ 13_armada_ not_solution_ muuse.html : "The Armada is not a solution".] Pesquisa divulgada pelo site somaliano independente WardheerNews informa que 70% dos somalianos "aprovam firmemente a pirataria como forma de defesa nacional".

Claro que nada justifica a prática de fazer reféns. Claro, também, que há gângsteres misturados nessa luta – por exemplo, os que assaltaram os carregamentos de comida do World Food Programme. Mas em entrevista por telefone, um dos líderes dos piratas, Sugule Ali disse: "Não somos bandidos do mar. Bandidos do mar são os pesqueiros clandestinos que saqueiam nosso peixe." William Scott entenderia perfeitamente.

Por que os europeus supõem que os somalianos deveriam deixar-se matar de fome passivamente pelas praias, afogados no lixo tóxico europeu, e assistir passivamente os pesqueiros europeus (dentre outros) que pescam o peixe que, depois, os europeus comem elegantemente nos restaurantes de Londres, Paris ou Roma? A Europa nada fez, por muito tempo. Mas quando alguns pescadores reagiram e intrometeram- se no caminho pelo qual passa 20% do petróleo do mundo... imediatamente a Europa despachou para lá os seus navios de guerra.

A história da guerra contra a pirataria em 2009 está muito mais claramente narrada por outro pirata, que viveu e morreu no século 4º AC. Foi preso e levado à presença de Alexandre, o Grande, que lhe perguntou "o que pretendia, fazendo-se de senhor dos mares." O pirata riu e respondeu: "O mesmo que você, fazendo-se de senhor das terras; mas, porque meu navio é pequeno, sou chamado de ladrão; e você, que comanda uma grande frota, é chamado de imperador." Hoje, outra vez, a grande frota europeia lança-se ao mar, rumo à Somália – mas... quem é o ladrão?

terça-feira, 2 de junho de 2009

O Selinho do Cabaret!!

Agradeço a Monique hermana e ao Julim cunhado por mais esta super indicação de qualidade no mundo virtual.....valeu gente....e o Cabaret tá "bombando",rsrsrs...........Selo Carmim.

As regras do selo são simples:

Os agraciados devem seguir algumas pequenas regras; são elas:

1 - Colocar a imagem do selo no seu blog, (opcional);

2 - Linkar a pessoa que te indicou;

3 - Indicar mais 10 pessoas ao prêmio;

4 - Comentar no blog dos indicados sobre esta postagem.

Estes são os blogs que eu indico:

EXPRESSO P´RA DOIS

RAPOSA YOUKO

ARTE NO TRAÇO

neo tokyo Samurai black

J L Som

Cabaret cubano

Elefante no infinito voa

e os últimos dois!! deixo pra depois...

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